terça-feira, 25 de novembro de 2014

Jovens são 40% dos empreendedores em marketing digital.

São Paulo – A consultoria Conversion analisou o mercado de marketing digital e descobriu que os jovens entre 26 e 33 anos representam 37% dos empreendedores da área.
Além disso, mais de 40% dos profissionais deste mercado estão empreendendo e não trabalhando como funcionários.
Sobre a faixa de renda desses empreendedores, o levantamento mostrou que os rendimentos não ultrapassam muito os 12 mil reais. Cerca de 3% dos entrevistados disseram ganhar entre 700 e 1,4 mil reais ao mês, 36% ganham de 3 mil a 6 mil reais e apenas 10% têm um rendimento mensal acima de 12 mil reais.
Mais do que conhecimento técnico, saber gestão é essencial para que os negócios desta área se desenvolvam. “Muitos desses jovens fazem dois turnos: trabalham em um lugar e tocam o negócio próprio, que, na maioria das vezes, é embrionário”, diz Diego Ivo, CEO da Conversion, em nota.
Ainda em desenvolvimento, o mercado demanda mais cursos e capacitação para os profissionais da área: 90% disseram que os cursos de graduação, como publicidade, marketing e administração, não preparam bem para o mercado de trabalho.
Hoje, 48% dos entrevistados trabalham com marketing digital há menos de 12 meses. Entre os funcionários, 30% são analistas, 13% ocupam cargos gerenciais, 10% fazem estágio e 4% atuam em diretorias. Apenas 20% dos profissionais da área são mulheres.
O estudo ouviu 600 pessoas que atuam com marketing digital no país.


fonte: exame

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sobram vagas com salários de até R$ 10 mil na área de TI.

Uma das carreiras do momento é a do profissional de Tecnologia da Informação. Faltam candidatos que dominem tecnologia e programação de computadores, e sobram vagas no mercado de trabalho.
Quem se forma nessa área já sai praticamente com emprego garantido. E a média de salário é de R$ 8 mil a R$ 10 mil. Mal pisa fora da sala de aula e já consegue emprego. Porque essa área que é conhecida pela sigla TI hoje me dia em dia está presente em quase tudo que use informática, computador. Falta desses profissionais mostra como a formação de mão de obra no país ainda é precária.
Sabe aquele aplicativo que você não vive sem? Pode ter nascido em um laboratório de inovação. Nele trabalham os profissionais de tecnologia da informação, ou TI. Onde tem tecnologia, tem uma mãozinha deles.
“O nicho onde ele pode trabalhar é desde uma empresa agrícola desenvolvendo software, de uma empresa que desenvolve tecnologia para hospital, empresa que desenvolve tecnologia para outras empresas, desenvolve páginas web, aplicativos para celulares. Então, o campo é muito vasto”, analisa Fábio Lubachesky, professor de jogos digitais.

André Matui, por exemplo, é aluno de tecnologia em jogos digitais. Ele está desenvolvendo um game educativo. Por enquanto é só um estágio, mas ele já faz planos. “Eu quero ter a minha empresa de jogos digitais porque é o que vai me deixar mais feliz. Eu sei que vai ser mais complicado, mas é uma coisa que eu sei que vai valer a pena”, planeja o estagiário
A expectativa de ter um emprego garantido quando se formar foi o que atraiu Weslly Akatuka de Oliveira. “A partir do primeiro semestre, a gente já passa a receber bastante e-mail com proposta de vagas. Então é difícil um aluno, no final do curso estar desempregado. Eu não conheço. Muito difícil mesmo”, afirma o estudante.
Se não faltam opções de trabalho, falta gente para trabalhar. A procura por profissionais de TI está cada vez maior, mas as universidades e cursos de tecnologia não têm conseguido abastecer o mercado. E é por causa desse desequilíbrio que já está sobrando vaga nessa área.

Um levantamento de uma associação ligada à tecnologia mostra que em, em 2012, já havia um déficit de 50 mil profissionais de TI.
Os analistas de sistemas eram os mais difíceis de achar: correspondiam a 30 mil das vagas em aberto. O estudo ainda prevê que, em 2022, vão faltar cerca de 408 mil profissionais da área de TI no Brasil.
Em uma empresa, eles são responsáveis pelo meio de campo entre o serviço de táxi corporativo e os clientes. Desenvolvem, por exemplo, aplicativos para o celular. Mas encontrar alguém qualificado para trabalhar leva o dobro do tempo que demora para achar um funcionário de outra área.
É por isso que o RH está sempre contratando profissionais de TI, mesmo se não tiver vagas. “Preferimos às vezes trazer e até aumentar um pouco o quadro do que correr alguns riscos às vezes, de ficar 70 dias sem alguém em uma operação que eu preciso ter alguém ali programando todos os dias”, conta Anderson Ocanha, gerente de Recursos Humanos.
Tem empresa que leva mais de dois meses para preencher uma vaga na área de Tecnologia da Informação.
Fonte: Bom dia Brasil
Atualizado em 07/11/2014 11h11

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Designer de web é o mais bem pago da categoria no Brasil.

























Dentro da área de design, o profissional que trabalha com criação para web é o mais bem remunerado do Brasil, segundo estudo da Catho. Metade do top 10 dos melhores salários está dentro dessa subcategoria.
A maior remuneração entre os designers do Brasil está com o Gerente de Web Designer, que recebe, em média, R$ 8,7 mil por mês. Depois dele ainda estão Coordenador de Criação Web (R$ 5,3 mil), Supervisor de Criação Web (R$ 4,5 mil), Analista de Web Design (R$ 2,9 mil) e Web Designer (R$ 2,2 mil).
Só então aparecem as outras áreas: produto, estilismo e modelagem, produção de jóias e criação (que fica nas duas últimas posições).
Em relação a gênero, os designers masculino e feminino têm salários praticamente idênticos, com o primeiro recebendo ligeiramente menos: cerca de R$ 2.024,76 contra R$ 2.085,67. Já o profissional com MBA pode ganhar até 93,77% a mais que o que só tem ensino superior completo.
Em média, quem tem MBA recebe R$ 4 mil; com pós-graduação, R$ 3,1 mil; ensino superior, R$ 2 mil. Quem não cursou uma faculdade fica na faixa de R$ 1,4 mil. O profissional com outro idioma fluente fica com cerca de R$ 3,1 mil; intermediário, R$ 2,1 mil; básico, R$ 2,1 mil; só com o português, R$ 1,8 mil.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/45011/45011